PostHeaderIcon Vídeo sobre a Pedagogia Vivencionista

Depoimentos de quem já conhece e vive a Pedagogia Vivencionista

PostHeaderIcon Lagartas e educação

Clique na imagem ao lado para assistir o vídeo. Ele mostra uma “procissão” de lagartas. As lagartas processionárias são conhecidas pela sua curiosa característica de formar filas enormes, que podem conter até centenas de indivíduos. Essas filas são lideradas pela primeira lagarta, que libera um fio fino de seda. A lagarta seguinte, ao detectar o fio deixado pela primeira, segue-o e libera o seu próprio fio, reforçando a trilha de seda.

Você já vai entender o que isso tem a ver com educação…

Em 1896, o entomologista Jean Henri Fabre, conduziu um interessante experimento com as lagartas processionárias. Ele as arrumou de forma que a líder da fila encontrasse a última, fechando assim um círculo. Fabre tratou de dispor alimento nas proximidades do círculo.

Você sabe o que aconteceu?

Como o círculo foi fechado e não havia mais uma lagarta líder, todas continuaram caminhando, seguindo a seda deixada pela companheira da frente, mantendo o círculo girando.  Apenas 6 dias depois, quando os primeiros indivíduos começaram a morrem de exaustão e fome, é que as sobreviventes conseguiram escapar à sua própria armadilha.

Pelos cálculos de Fabre, elas percorreram o equivalente a um ser humano caminhar 145 km, sem parar, comer ou beber.

Esse interessante experimento nos faz refletir. O quanto estamos agindo como as lagartas processionárias ao educar nossos filhos e alunos? Será que não estamos presos a métodos e conceitos elaborados no passado e furiosamente defendidos por aqueles que estão confortáveis demais com seu entendimento de mundo, para “perderem” seu tempo descobrindo novas e melhores formas de aprender e ensinar?

Não vamos seguir a seda deixada pela lagarta da frente. Levantemos a cabeça e olhemos a nossa volta. Para onde o mundo e a vida caminham? Que tipo de educação garantirá maior felicidade para nossos alunos e filhos no mundo/vida que os aguardam?

Marcelo Rodrigues
www.escoladomax.com.br
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PostHeaderIcon Por que estudar isso, professor?

Desde os tempos de estudante, sempre me intrigou o que motiva as crianças a aprenderem. Não queria seguir os modelos tradicionais que ensinam a criança através da força. Ou o aluno estuda porque seus pais e a professora estão mandando, ou porque irá tirar nota baixa e repetir de ano. Essa forma de conduzir a criança me incomoda muito! Sempre acreditei que a liberdade e a motivação do próprio aluno poderiam levar ao aprendizado.

O ser humano aprende por necessidade, seja de conseguir seu alimento, de se proteger das forças da natureza, de obter maior conforto, ou mesmo de entender o mundo que o cerca. Por que as crianças não podem aprender dentro dessa mesma lógica, obtendo a mesma motivação que mobiliza a humanidade na direção do conhecimento?

A ideia que encontramos na Escola do Max, foi a de transformar as metodologias baseadas em projetos largamente difundidas, de forma que as crianças estivessem à frente de todas as etapas do projeto, principalmente do seu planejamento. A partir daí, as necessidades reais que o projeto gera levam ao aprendizado. E como se tratam de necessidades genuínas para se alcançar uma meta que a própria criança define, uma “mágica” acontece. O aluno encontra motivação e significado, os dois elementos que tanto buscamos em diversas metodologias, sem encontrar de forma satisfatória.

Um exemplo ilustra a ideia por trás do que chamo de Projetos Vivencionistas. Os alunos ao estudarem as cavernas, decidem realizar uma viagem para estudo de campo, no entanto, a viagem requer capital, e um orçamento se faz necessário, e para defini-lo, precisam aprender e utilizar a matemática, além de utilizarem a linguagem escrita para obter orçamentos para o transporte. Para conseguir chegar ao local, os alunos precisam ler mapas e calcular o tempo de viagem, sem contar os inúmeros aspectos relativos à biologia, história, entre outros.

Dessa forma, para que os alunos realizem cada uma de suas empreitadas, precisam aprender a cada vez, um pouco de cada uma das áreas do conhecimento, incluindo conceitos presentes ou não nos PCNs, mas que sem dúvida, serão importantíssimos para sua formação como pessoas independentes e empreendedoras.

E assim os alunos aprendem, com motivação e significado gerados por necessidades genuínas dos seus projetos,  profundamente recheadas pelo seu interesse em atingir metas estabelecidas por eles mesmos.

Para maiores detalhes, acesse www.vivencionismo.com.br e baixe o e-book grátis que detalha bem como essa metodologia funciona.

Marcelo Rodrigues
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PostHeaderIcon Nosso papel no mundo

Retirado de “Deu tilt no progresso científico” – Bill Waterson – Editora Conrad

Genial!!! Comida de tigre.

Conheço inúmeras crianças que não terão o direito de escolher o sentido para suas próprias vidas, porque seus pais já decidiram (ou condenaram) seu futuro. “Meu filho vai ser médico!”, “Esse aí vai continuar o negócio do papai!”, “O Fulaninho? Ele vai ser advogado como o pai e o avô”…

Rogo aqui uma praga!!! Que essas crianças se rebelem, de maneira desconcertante, e sejam muito felizes!!!! Hehehe…

O livre arbítrio não é uma ilusão. É necessidade!!! Dá para ser feliz sem escolher o próprio destino? Se nosso destino está escrito nas estrelas, eu prefiro acreditar que posso mover as estrelas.

Marcelo Rodrigues
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PostHeaderIcon Crianças quando acordam

Vocês se lembram, ainda lá infância, quando acordávamos? Qual era a primeira coisa com a qual nos preocupávamos? Brincar! Vivíamos para brincar, explorar, nos divertir. Assim que a criança acorda, já pensa em procurar seus brinquedos e começar a se divertir.

E quanto a nós, adultos? O que pensamos? “Tenho que ir trabalhar!”, “Queria dormir mais um pouco”, “Por que tenho que acordar tão cedo?”, “Será que alguém pode ir por mim?”. Obviamente nem todos pensam essas coisas todos os dias, mas pensem nas suas manhãs de hoje e compare com as da infância. O que mudou? Por que a nossa disposição mudou tanto?

O peso da responsabilidade, é claro. Mas eu iria além. Será que nossas manhãs são tão divertidas como antes, que nos fazem saltar da cama? “Puxa! Que legal, hoje tenho uma reunião bem cansativa e importante na empresa! Oba!!!”. Falando sério, por que temos que levar uma vida com menos entusiasmo do que tínhamos na infância?

Por essas e outras é que a educação deve preparar pessoas que saibam escolher, e que suas escolhas levem em conta fatores mais amplos do que o salário ou status social. Nossas crianças devem ser educadas para extrair da vida até o bagaço! Elas precisam aprender (e nós também) que é possível sim, ganhar dinheiro, fazer o que se gosta, ter ascensão social, viver bons momentos com a família, tudo ao mesmo tempo.

O que é preciso para se alcançar tamanha conquista? Muitas coisas. O que torna a tarefa bastante árdua. É preciso conhecer a si mesmo em primeiro lugar, saber do que se gosta e do que não se gosta, ser livre para tomar a decisão certa para si mesmo e não para os outros, ter coragem de remar contra a maré de uma sociedade míope, aproveitar ou criar as oportunidades, ter persistência, entre outras coisas.

O que não se pode fazer é educar uma criança pensando apenas no vestibular ou nos parâmetros curriculares nacionais. Eles são importantes, mas representam uma pequena fração do que torna uma pessoa verdadeiramente preparada para uma vida feliz, o objetivo maior de qualquer ser humano.

Marcelo Rodrigues
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PostHeaderIcon Educar para a vida e através dela

Atualmente ouvimos muitos educadores exaltando a necessidade de se “aprender a aprender”. Em um mundo em constante mudança, os conceitos de hoje não valerão mais amanhã. Por isso, o aluno deve aprender a aprender para buscar as respostas para as perguntas que ainda virão. Essa abordagem é perfeita dentro de uma visão pedagógica, mas incompleta dentro de um contexto mais amplo, que englobe a totalidade do ser humano. Mais do que alunos, estamos formando pessoas, que como seres humanos, têm a mesma meta de vida: ser feliz.
A felicidade não é algo “genético”, sendo algumas pessoas felizes e outras não, por natureza. Ao contrário, a felicidade é algo que se constrói e se mantém. As escolas normalmente se preocupam somente com os conteúdos obrigatórios e se esquecem de preparar seus alunos para a vida real, não oferecendo a eles o leque de conhecimentos, habilidades e emoções, tão necessárias para uma vida feliz.
A Pedagogia Vivencionista procura preparar o aluno para um aprendizado mais completo. Mais do que oferecer conteúdos, essa metodologia/filosofia coloca o aluno em contato com o mundo e a vida, ensinando-o a aproveitar melhor as oportunidades, enfrentar as ameaças e empreender uma vida feliz.
Nessa primeira mensagem do blog, peço a todos que expressem suas opiniões no sentido de encontrarmos juntos os melhores caminhos para preparar nossos alunos para a vida.