PostHeaderIcon O sucesso de acordo com o vivencionismo

“Cresci cercado de médicos por todos os lados – meu pai, meu avô, vários dos meus tios. No Colégio Santo Inácio, no Rio, onde estudei a vida inteira, o curso colegial estava dividido em turmas na época. Eu estava na turma de Medicina e queria ser médico – ou melhor, achava que queria ser médico. Quando foi chegando a hora do vestibular, me dei conta de que gostava da profissão, achava bonita por tudo que eu via, a paixão das pessoas que estavam perto de mim. Mas ficou claro que eu não tinha essa paixão”.

O trecho acima reproduzido faz parte da entrevista publicada pelo jornal Estadão em 24 de maio de 2010. O entrevistado é Arminio Fraga, 52 anos, economista ex-presidente do Banco Central e sócio-fundador da Gávea Investimentos.

Este pensamento reflete uma das bases da pedagogia Vivencionista: é essencial que haja liberdade de escolha. O sucesso não é apenas ter uma ótima carreira. Sucesso é, principalmente, a realização de um sonho.

Será que Arminio Fraga teria atingido tal sucesso como médico? Será que, não tendo paixão por medicina, teria sido possível prestar atenção às aulas, dedicar-se, fazer o melhor de si? Ou a liberdade de escolha, a liberdade de não ser obrigado a seguir os passos da família, foram essenciais para o seu sucesso profissional?

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