PostHeaderIcon A matemática vivencionista

Dados divulgados nesta quarta-feira, 26, confirmaram o que todos imaginam: 44% dos alunos de terceiro ano do ensino médio das redes municipais tiveram desempenho insuficiente em matemática. Os dados divulgados pelo Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) mostram também que no ensino fundamental a disciplina tem os piores resultados.

Grande parte das dificuldades em aprender matemática pode ser atribuída ao desinteresse e à falta de motivação dos estudantes. Isso porque o ensino atual da matemática não é compatível com a realidade: os alunos não forçados a aprender conceitos sem que entendam o seu verdadeiro significado.

Através do vivencionismo, diversas teorias são aprendidas na prática. Ou seja: a matemática aparece como ela é no dia-a-dia, calculando valores para um passeio, descobrindo ângulos para a construção de um experimento, aprendendo fração para a divisão da horta da escola, medindo espaço para decidirem se caberia um novo brinquedo, etc.

Com significado e valor prático, os conceitos são absorvidos facilmente. A matemática, no vivencionismo, perde a imagem maçante que foi criada sobre ela. E se torna divertida.

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